segunda-feira, 27 de setembro de 2010

http://oposicaosindicalrp.blogspot.com/2010/09/texto-encaminhado-pelo-companheiro.html

Texto encaminhado pelo Companheiro Servidor Municipal Prof. Lages. Gostariam que todos tivessem o prazer de lerem os dois texto e depois analisar o Brasil que queremos? Podem repassar a sua rede de e-mails. Gostaria também que os profissionais da segurança pública fizessem uma alta crítica sobre o avanço que tivemos em nossa área e que se todos os governos (estaduais e municipais) tivessem seguidos os investimentos do Governo Federal, hoje teríamos melhores salários e condições de trabalho.

Pelo Servidor Sempre!

Alexandre Pastova

Caríssimos,

não costumo repassar e-mails e outras coisas que me mandam pela internet, mas
desta vez não me contive. Diante da avalanche de bobagens de toda ordem e
agressões travestidas de "defesa da democracia" para atacar a candidatura
progressista em condições de ganhar já no primeiro turno, decidi mandar estes
dois artigos abaixo. O primeiro, de Marcos Coimbra, falando do desespero dos
que acreditam ser possivel alterar uma decisão pensada e consolidada da
maioria. O segundo, de Leonardo Boff, falando da grande mídia. Tenho um carinho
todo especial por este Leonardo. Devo a ele grande influência na minha
formação, quando na juventude assistia às suas palestras em Minas, na época da
Teologia da Libertação.

Um grande abraço a todos!!!
Lages

Por Leonardo Boff*

Sou profundamente pela liberdade de expressão em nome da qual fui punido com o
“silêncio obsequioso” pelas autoridades do Vaticano. Sob risco de ser preso e
torturado, ajudei a editora Vozes a publicar corajosamente o “Brasil Nunca
Mais” onde se denunciavam as torturas, usando exclusivamente fontes militares,
o que acelerou a queda do regime autoritário.

Esta história de vida, me avaliza para fazer as críticas que ora faço ao atual
enfrentamento entre o Presidente Lula e a midia comercial que reclama ser
tolhida em sua liberdade. O que está ocorrendo já não é um enfrentamento de
idéias e de interpretações e o uso legítimo da liberdade da imprensa. Está
havendo um abuso da liberdade de imprensa que, na previsão de uma derrota
eleitoral, decidiu mover uma guerra acirrada contra o Presidente Lula e a
candidata Dilma Rousseff. Nessa guerra vale tudo: o factóide, a ocultação de
fatos, a distorção e a mentira direta.

Precisamos dar o nome a esta mídia comercial. São famílias que, quando vêem seus
interesses comerciais e ideológicos contrariados, se comportam como “famiglia”
mafiosa. São donos privados que pretendem falar para todo Brasil e manter sob
tutela a assim chamada opinião pública. São os donos do Estado de São Paulo, da
Folha de São Paulo, de O Globo, da revista Veja na qual se instalou a razão
cínica e o que há de mais falso e chulo da imprensa brasileira. Estes estão a
serviço de um bloco histórico, assentado sobre o capital que sempre explorou o
povo e que não aceita um Presidente que vem deste povo. Mais que informar e
fornecer material para a discussão pública, pois essa é a missão da imprensa,
esta mídia empresarial se comporta como um feroz partido de oposição.

Na sua fúria, quais desesperados e inapelavelmente derrotados, seus donos,
editorialistas e analistas não têm o mínimo respeito devido à mais alta
autoridade do pais, ao Presidente Lula. Nele vêem apenas um peão a ser tratado
com o chicote da palavra que humilha.

Mas há um fato que eles não conseguem digerir em seu estômago elitista.
Custa-lhes aceitar que um operário, nordestino, sobrevivente da grande
tribulação dos filhos da pobreza, chegasse a ser Presidente. Este lugar, a
Presidência, assim pensam, cabe a eles, os ilustrados, os articulados com o
mundo, embora não consigam se livrar do complexo de vira-latas, pois se sentem
meramente menores e associados ao grande jogo mundial. Para eles, o lugar do
peão é na fábrica produzindo.

Como o mostrou o grande historiador José Honório Rodrigues (Conciliação e
Reforma) “a maioria dominante, conservadora ou liberal, foi sempre alienada,
antiprogresssita, antinacional e não contemporânea. A liderança nunca se
reconciliou com o povo. Nunca viu nele uma criatura de Deus, nunca o
reconheceu, pois gostaria que ele fosse o que não é. Nunca viu suas virtudes
nem admirou seus serviços ao país, chamou-o de tudo, Jeca Tatu, negou seus
direitos, arrasou sua vida e logo que o viu crescer ela lhe negou, pouco a
pouco, sua aprovação, conspirou para colocá-lo de novo na periferia, no lugar
que continua achando que lhe pertence (p.16)”.

Pois esse é o sentido da guerra que movem contra Lula. É uma guerra contra os
pobres que estão se libertando. Eles não temem o pobre submisso. Eles tem pavor
do pobre que pensa, que fala, que progride e que faz uma trajetória ascendente
como Lula. Trata-se, como se depreende, de uma questão de classe. Os de baixo
devem ficar em baixo. Ocorre que alguém de baixo chegou lá em cima. Tornou-se o
Presidente de todos os brasileiros. Isso para eles é simplesmente intolerável.

Os donos e seus aliados ideológicos perderam o pulso da história. Não se deram
conta de que o Brasil mudou. Surgiram redes de movimentos sociais organizados
de onde vem Lula e tantas outras lideranças. Não há mais lugar para coroneis e
de “fazedores de cabeça” do povo. Quando Lula afirmou que “a opinião pública
somos nós”, frase tão distorcida por essa midia raivosa, quis enfatizar que o
povo organizado e consciente arrebatou a pretensão da midia comercial de ser a
formadora e a porta-voz exclusiva da opinião pública. Ela tem que renunciar à
ditadura da palavra escrita, falada e televisionada e disputar com outras
fontes de informação e de opinião.

O povo cansado de ser governado pelas classes dominantes resolveu votar em si
mesmo. Votou em Lula como o seu representante. Uma vez no Governo, operou uma
revolução conceptual, inaceitável para elas. O Estado não se fez inimigo do
povo, mas o indutor de mudanças profundas que beneficiaram mais de 30 milhões
de brasileiros. De miseráveis se fizeram pobres laboriosos, de pobres
laboriosos se fizeram classe média baixa e de classe média baixa de fizeram
classe média. Começaram a comer, a ter luz em casa, a poder mandar seus filhos
para a escola, a ganhar mais salário, em fim, a melhorar de vida.

Outro conceito inovador foi o desenvolvimento com inclusão social e distribuição
de renda. Antes havia apenas desenvolvimento/crescimento que beneficiava aos já
beneficiados à custa das massas destituidas e com salários de fome. Agora
ocorreu visível mobilização de classes, gerando satisfação das grandes maiorias
e a esperança que tudo ainda pode ficar melhor. Concedemos que no Governo atual
há um déficit de consciência e de práticas ecológicas. Mas importa reconhecer
que Lula foi fiel à sua promessa de fazer amplas políticas públicas na direção
dos mais marginalizados.

O que a grande maioria almeja é manter a continuidade deste processo de melhora
e de mudança. Ora, esta continuidade é perigosa para a mídia comercial que
assiste, assustada, o fortalecimento da soberania popular que se torna crítica,
não mais manipulável e com vontade de ser ator dessa nova história democrática
do Brasil. Vai ser uma democracia cada vez mais participativa e não apenas
delegatícia. Esta abria amplo espaço à corrupção das elites e dava
preponderância aos interesses das classes opulentas e ao seu braço ideológico
que é a mídia comercial. A democracia participativa escuta os movimentos
sociais, faz do Movimento dos Sem Terra (MST), odiado especialmente pela VEJA
faz questão de não ver, protagonista de mudanças sociais não somente com
referência à terra mas também ao modelo econômico e às formas cooperativas de
produção.

O que está em jogo neste enfrentamento entre a midia comercial e Lula/Dilma é a
questão: que Brasil queremos? Aquele injusto, neocoloncial, neoglobalizado e no
fundo, retrógrado e velhista ou o Brasil novo com sujeitos históricos novos,
antes sempre mantidos à margem e agora despontando com energias novas para
construir um Brasil que ainda nunca tínhamos visto antes.

Esse Brasil é combatido na pessoa do Presidente Lula e da candidata Dilma. Mas
estes representam o que deve ser. E o que deve ser tem força. Irão triunfar a
despeito das má vontade deste setor endurecido da midia comercial e
empresarial. A vitória de Dilma dará solidez a este caminho novo ansiado e
construido com suor e sangue por tantas gerações de brasileiros.

(*) Teólogo, filósofo, escritor e representante da Iniciativa Internacional da
Carta da Terra.

Deu no Correio Braziliense

A “ultima hora”

De Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

Neste domingo, a apenas uma semana da eleição presidencial, temos uma parte
menor do sistema político, uma parte importante (mas minoritária) da sociedade
e a maioria da “grande imprensa” em torcida animada para que a “última hora”
faça com que os prognósticos a respeito de seu resultado não se confirmem.
É natural que todos os candidatos, salvo Dilma, queiram que alguma reviravolta
aconteça. Os três partidos que dão apoio a Serra, o PV de Marina Silva, os
pequenos partidos de esquerda, todos torcem pelo “fato novo”, a “bala de
prata”, algo que a golpeie. Do outro lado, a ampla coligação que Lula montou
para sustentar sua candidata (e que formará, ao que tudo indica, a maioria do
próximo Congresso) espera que nada altere o quadro.


Hoje, Dilma lidera em todas as regiões do país, jogando por terra as análises
que imaginavam que as eleições consagrariam um fosso entre o Brasil “moderno” e
o “atrasado”. Era o que supunham aqueles que leram, sem maior profundidade, as
pesquisas, e acreditavam que Serra sairia vitorioso no Sul e no Sudeste,
ficando com Dilma o voto do Nordeste, do Norte e do Centro-Oeste. Não é isso
que estamos vendo.


Ela deve vencer em todos os estados, em alguns com três vezes mais votos que a
soma dos adversários. Vence na cidade de São Paulo, na sua região metropolitana
e no interior do estado. Lidera o voto das capitais, das cidades médias e das
pequenas. É a preferida dos eleitores que residem em áreas rurais.


As pesquisas dão a Dilma vantagem em todos os segmentos socioeconômicos
relevantes. É a preferida de mulheres e homens (sepultando bobagens como as que
ouvimos sobre as dificuldades que teria para conquistar o voto feminino), de
jovens e velhos, de negros e brancos. Está na frente entre católicos,
evangélicos, espíritas e praticantes de religiões afro-brasileiras.


Vence entre pobres, na classe média e entre os ricos (embora fique atrás de
Serra entre os muito ricos). Lidera entre beneficiários do Bolsa Família e
entre quem não recebe qualquer benefício do governo. Analfabetos e pessoas que
estudaram, do primário à universidade, votam majoritariamente nela.


É claro que sua candidatura não é uma unanimidade. Existe uma parcela da
sociedade que não gosta dela e de Lula, que nunca votou e que nunca votará em
alguém do PT. São pessoas que até toleram o presidente, que podem achar que é
esperto e espirituoso, que conseguem admirar aspectos de seu governo. Mas que
querem que Dilma perca.


Se, então, Dilma reúne ampla maioria no eleitorado e apoios majoritários no
sistema político, o que seria a “última hora”? O que falta acontecer, de hoje a
domingo?


Formular a pergunta equivale a considerar que o eleitorado ainda não sabe o que
vai fazer, que aguarda a véspera para se decidir. Que “tudo pode mudar”.
É curioso, mas quem mais acredita que os outros são volúveis são os mais cheios
de certezas, os mais orgulhosos de suas convicções. Mas acham que o cidadão
comum (o “povão”) é diferente, que é incapaz de chegar com calma a uma decisão
pensada e madura.


É fato que sempre existe uma parcela do eleitorado que permanece indecisa até o
final. Já vimos, em eleições anteriores, que ela pode oscilar, saindo de uma
candidatura e indo para outras. Conforme o caso, sua movimentação pode provocar
resultados inesperados, como ocorreu com o segundo turno em 2006.


Mas aquelas eleições também mostram como acontecem esses fenômenos de “última
hora”. Nelas, a única coisa que um quase uníssono da “grande imprensa” contra a
candidatura Lula conseguiu fazer foi assustar os eleitores mais frágeis, com
baixa informação e baixo interesse por política. Os dados indicam que os
eleitores mais informados e com alto e médio interesse em nada foram afetados
pela artilharia da mídia (assim como os sem nenhum, que nem ficaram sabendo que
havia “aloprados”).


Ou seja: aquela gritaria só fez com que as pessoas mais inseguras a respeito de
suas escolhas ficassem confusas, ainda que apenas por alguns dias. Mal começou
a campanha do segundo turno, Lula reassumiu as rédeas da eleição e avançou sem
problemas até a consagração no final de outubro. É como o título daquela
comédia: “Muito barulho por nada”

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

VITÓRIA! CHAPA 2 DA CUT VENCE ELEIÇÕES DOS METALÚRGICOS DE SÃO CARLOS

Erick Silva

COMPANHEIRO ERICK SILVA ELEITO PRESIDENTE DO Sindicato do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de São Carlos e Ibaté.

DIGNIDADE, HONESTIDADE E MUITA VONTADE EM DEFENDER OS DIREITOS E CONQUISTAS DO TRABALHADORES, FAZ A CHAPA CUTISTA VENCER AS ELEIÇÕES DO
Sindicato do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de São Carlos e Ibaté. .PARABÉNS AOS COMPANEIROS(AS) QUE PARTICIPARAM DESTA CONQUISTA HISTÓRICA DOS TRABALHADORES! EM NOME DO COMPANHEIRO ERICK SILVA O PRESIDENTE ELEITO DESEJAMOS A DIRETORIA ELEITA, MUITA VITÓRIAS E CONQUISTAS NESTA NOVA FASE DO SINDICATO. A CUT SEMPRE ESTARÁ AO LADO DE QUEM REALMENTE DEFENDE OS TRABALHADORES

FORAM DÉCADAS DE LUTAS PELA TÃO SONHADA RENOVAÇÃO DA DIREÇÃO DO SINDICATO.


MAS A UNIÃO DOS TRABALAHDORES E CERTEZA DE UM FUTURO MELHOR FIZERAM PARTE DA VITÓRIA.






TODOS UNIDOS POR UM IDEAL. A DEFESA DO TRABALHADOR!






ESTE É O LEMA DA MAIOR CENTRAL SINDICAL DO BRASIL E UMA DAS MAIOR DO MUNDO!




PARABÉNS METAÚRGICOS DE SÃO CARLOS!





SOMOS FORTES! SOMOS CUT!

Um pouco da História sobre a Eleição

A Chapa 2 da CUT tem grandes possibilidades de vitória no pleito de hoje,

segundo os coordenadores da campanha. Há 13 mil trabalhadores na base,

incluindo da VW – terceira maior empresa local – e da americana Tecumseh, fabricante de compressores

para geladeiras, a maior empregadora da cidade.

Um estatuto antidemocrático, que prevê eleições apenas de cinco em cinco anos, a exigência

de ser filiado há pelo menos três anos para poder votar e, além disso, a relação dócil com

o patronato são algumas das razões para que o sindicato da cidade esteja refém do mesmo grupo há tanto tempo.

Para completar a ofensiva conservadora, um jornal semanal que circula gratuitamente em São Carlos,

com 15 mil exemplares, tem trazido nas últimas semanas manchetes sensacionalistas do tipo.

“Se a CUT vencer em São Carlos, haverá milhares de demissões”, num discurso terrorista pré-1978 –

parecido com o usado atualmente por certo candidato à Presidência da República.

Para iniciar a mudança, foi preciso que militantes cutistas passassem a atuar dentro do Sindicato,

em cargos de menor expressão ou mesmo sem cargo algum. Uma ação na Justiça, para garantir a

participação da Chapa 2 na eleição também foi necessária.

“Depois de ganharmos a eleição, nosso primeiro compromisso é reformular o estatuto da entidade,

segundo a concepção cutista de liberdade de organização e de eleições livres”, promete Erick Silva,

trabalhador da Volks e candidato a presidente do sindicato. “Em seguida, o processo de construção de

unidade com os demais sindicatos cutistas da categoria, rumo à igualdade de direitos em todas as

regiões do País”, completa Erick.

A eleição acontece hoje e a apuração das urnas, na próxima quarta-feira.

Os presidentes da CUT Estadual e Nacional, Adi dos Santos Lima e Artur Henrique,

estiveram na cidade na última sexta (17), para participar de uma assembléia com trabalhadores da Tucumseh,

na porta da empresa, e para uma reunião com os integrantes da Chapa 2, sediados provisoriamente

numa casa alugada no centro da cidade.

Artur lembrou aos candidatos o desafio de não esmorecer diante da pressão da chapa situacionista,

que tem espalhado boletins com calúnias contra a CUT – como relatos falsos de agressões

físicas a trabalhadores – nem diante da chantagem das empresas.

“Isso lembra muito certas épocas em que diziam que se os trabalhadores tivessem acesso

ao poder o Brasil viraria de cabeça pra baixo. O Mário Amato (ex-presidente da Fiesp) chegou a dizer, em 89,

que se o Lula ganhasse, mais de 800 mil empresários iam abandonar o país”, citou Artur.

“Isso não é verdade, a CUT saberá fazer um sindicalismo autêntico, aguerrido, de luta,

e também de proposição e capacidade de diálogo”, completou o presidente. Para ele,

um dos primeiros desafios da nova direção será implementar a organização por local de trabalho.

Adi, da CUT São Paulo, fez durante a reunião um resgate histórico da disputa

pelo sindicato de São Carlos. Lembrou, por exemplo, que desde 2002, quando

cutistas passaram a atuar no sindicato, a categoria registrou conquistas como 40 horas semanais

e piso salarial igual ao do ABC paulista.

“Eram coisas que esse sindicalismo pelego não havia conseguido, por que não lutava”,

comentou Adi. Para ele, a tarefa de organizar oposições sindicais para romper com

o conservadorismo e o “sindicalismo de carimbo” permanecem prioridades da CUT.


CHAPA 2 se prepara para eleição no Sindicato dos Metalúrgicos...

Seg, 30 de Agosto de 2010 22:02 Adão Geraldo
CHAPA_2_se_reune_para_finalizar_propostas
















A CHAPA 2, formada por metalúrgicos da CUT, realizou uma reunião para finalizar as estratégias

da campanha, já que concorre ao pleito do Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos e Ibaté.

Composta por 46 trabalhadores e trabalhadoras, a CHAPA 2, intitulada “Transparência,

Democracia e Organização”, também reafirmou o compromisso com as propostas da chapa.

De acordo com Erick Silva, candidato a presidência, o evento foi importante porque discutiu os

compromissos que serão apresentados aos trabalhadores. “Com quase 50 anos de fundação,

nunca houve alternância de poder na direção do Sindicato e para nós da CHAPA 2, a eleição é uma oportunidade de mudança, oportunidade de construirmos um Sindicato novo”, disse ele.

Com o objetivo de levar as propostas da chapa para todos os metalúrgicos da cidade,

a CHAPA 2 tem uma Sede de Campanha localizada na rua 9 de julho, 1441, Centro.

A eleição para escolha da nova diretoria do Sindicato acontecerá nos dia 2



Oposição Metalúrgica CUT São Carlos - Vamos a luta!!! Trabalhadores participam do primeiro dia de eleição

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Liberação das urnas
Os trabalhadores comparecem as urnas nesta segunda-feira para a escolha da nova diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos e Ibaté.
Após 21 anos, é a primeira vez que uma chapa de oposição disputa o pleito.
O processos eleitoral é composto por 8 urnas itinerantes, que percorrerão um total de 141 empresas. Há também 2 urnas fixas na Tecumseh I, 4 urnas na Tecumseh II, 2 urnas na Electrolux e 1 urna na Volkswagen.
A liberação das urnas aconteceu a partir das 8h, com a presença de um oficial de Justiça, advogados, Comissão Eleitoral e integrantes de ambas as chapas.
O associado votará na empresa em que trabalha. Já os trabalhadores afastados, em férias e os aposentados votam na sede do Sindicato.
O colégio eleitoral é formado por 4.800 trabalhadores.
Infelizmente podem votar somente os trabalhadores que tem mais de 4 anos de trabalho como metalúrgico e 3 como sócio do sindicato.
De acordo com o candidato a presidência da CHAPA 2 - CUT, Erick Silva, este primeiro dia foi marcado pela tranqüilidade. “Nas pequenas empresas o quorum foi atingido na maioria das urnas, nossa expectativa é que até amanhã este quorum seja em todas as empresas. Os trabalhadores votaram livremente, com voto secreto garantindo a vontade dos metalúrgicos nas urnas”.
A apuração será feita logo após o encerramento das votações, na madrugada de terça para quarta-feira (22).

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Chapa 2 da CUT enfrenta grupo político que ocupa há 50 anos sindicato dos metalúrgicos da cidade


Escrito por: Isaías Dalle


Os metalúrgicos de São Carlos (a cerca de 200km da capital paulista) participam nesta segunda (20)

de uma eleição histórica. A palavra, nesse caso, não é exagero ou figura de retórica.

A eleição é histórica mesmo: a Chapa 2, da CUT, enfrenta hoje a família e o grupo político que ocupam o

comando do Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos e Ibaté há cinco décadas.

A Chapa 2 da CUT tem possibilidades reais de vitória no pleito de hoje,

segundo os coordenadores da campanha. Há 13 mil trabalhadores na base,

incluindo da VW – terceira maior empresa local – e da americana Tecumseh, fabricante de compressores

para geladeiras, a maior empregadora da cidade.

Um estatuto antidemocrático, que prevê eleições apenas de cinco em cinco anos, a exigência

de ser filiado há pelo menos três anos para poder votar e, além disso, a relação dócil com

o patronato são algumas das razões para que o sindicato da cidade esteja refém do mesmo grupo há tanto tempo.

Para completar a ofensiva conservadora, um jornal semanal que circula gratuitamente em São Carlos,

com 15 mil exemplares, tem trazido nas últimas semanas manchetes sensacionalistas do tipo.

“Se a CUT vencer em São Carlos, haverá milhares de demissões”, num discurso terrorista pré-1978 –

parecido com o usado atualmente por certo candidato à Presidência da República.

Para iniciar a mudança, foi preciso que militantes cutistas passassem a atuar dentro do Sindicato,

em cargos de menor expressão ou mesmo sem cargo algum. Uma ação na Justiça, para garantir a

participação da Chapa 2 na eleição também foi necessária.

“Depois de ganharmos a eleição, nosso primeiro compromisso é reformular o estatuto da entidade,

segundo a concepção cutista de liberdade de organização e de eleições livres”, promete Erick Silva,

trabalhador da Volks e candidato a presidente do sindicato. “Em seguida, o processo de construção de

unidade com os demais sindicatos cutistas da categoria, rumo à igualdade de direitos em todas as

regiões do País”, completa Erick.

A eleição acontece hoje e a apuração das urnas, na próxima quarta-feira.

Os presidentes da CUT Estadual e Nacional, Adi dos Santos Lima e Artur Henrique,

estiveram na cidade na última sexta (17), para participar de uma assembléia com trabalhadores da Tucumseh,

na porta da empresa, e para uma reunião com os integrantes da Chapa 2, sediados provisoriamente

numa casa alugada no centro da cidade.

Artur lembrou aos candidatos o desafio de não esmorecer diante da pressão da chapa situacionista,

que tem espalhado boletins com calúnias contra a CUT – como relatos falsos de agressões

físicas a trabalhadores – nem diante da chantagem das empresas.

“Isso lembra muito certas épocas em que diziam que se os trabalhadores tivessem acesso

ao poder o Brasil viraria de cabeça pra baixo. O Mário Amato (ex-presidente da Fiesp) chegou a dizer, em 89,

que se o Lula ganhasse, mais de 800 mil empresários iam abandonar o país”, citou Artur.

“Isso não é verdade, a CUT saberá fazer um sindicalismo autêntico, aguerrido, de luta,

e também de proposição e capacidade de diálogo”, completou o presidente. Para ele,

um dos primeiros desafios da nova direção será implementar a organização por local de trabalho.

Adi, da CUT São Paulo, fez durante a reunião um resgate histórico da disputa

pelo sindicato de São Carlos. Lembrou, por exemplo, que desde 2002, quando

cutistas passaram a atuar no sindicato, a categoria registrou conquistas como 40 horas semanais

e piso salarial igual ao do ABC paulista.

“Eram coisas que esse sindicalismo pelego não havia conseguido, por que não lutava”,

comentou Adi. Para ele, a tarefa de organizar oposições sindicais para romper com

o conservadorismo e o “sindicalismo de carimbo” permanecem prioridades da CUT.


CHAPA 2 se prepara para eleição no Sindicato dos Metalúrgicos...
















A CHAPA 2, formada por metalúrgicos da CUT, realizou uma reunião para finalizar as estratégias

da campanha, já que concorre ao pleito do Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos e Ibaté.

Composta por 46 trabalhadores e trabalhadoras, a CHAPA 2, intitulada “Transparência,

Democracia e Organização”, também reafirmou o compromisso com as propostas da chapa.

De acordo com Erick Silva, candidato a presidência, o evento foi importante porque discutiu os

compromissos que serão apresentados aos trabalhadores. “Com quase 50 anos de fundação,

nunca houve alternância de poder na direção do Sindicato e para nós da CHAPA 2, a eleição é uma oportunidade de mudança, oportunidade de construirmos um Sindicato novo”, disse ele.

Com o objetivo de levar as propostas da chapa para todos os metalúrgicos da cidade,

a CHAPA 2 tem uma Sede de Campanha localizada na rua 9 de julho, 1441, Centro.

A eleição para escolha da nova diretoria do Sindicato acontecerá nos dia 20 e 21 de setembro.

Companheiros(as),



Na última sexta feira esteve em Ribeirão Preto o Presidente Nacional da CUT Artur Henrique, o Presidente Estadual da CUTSP Adi dos Santos, que juntamente com os sindicalistas de Ribeirão Preto entregaram no calçadão para os trabalhadores e toda a população a Plataforma da CUT para as Eleições 2010 – livro é resultado de um ciclo de debates e reflexões, iniciado em 2005 e que traz as reivindicações dos trabalhadores. Logo após foram recebidos na pela Prefeita Municipal Dárcy Vera que oficialmente recebeu as reivindicações dos trabalhadores.

Esta visita também definiu as estratégias que serão realizadas para a eleição do Sindicato dos Servidores Municipais de Ribeirão Preto que já deveria ter acontecido em junho de 2010 e os pelegos "atuantes" se negam a fazer, pois já sabem da sua derrota no voto dos trabalhadores. Abaixo reportagem da visita a Prefeitura e em anexo cópia da cartilha da Plataforma da Cut para as Eleições 2010.

Ribeirão Preto, 18 de Setembro de 2010

Presidente Nacional da Central Única dos Trabalhadores visita prefeitura
Durante encontro, prefeita de Ribeirão Preto, Dárcy Vera, solicita apoio de Artur Henrique, Presidente Nacional da Central Única de Trabalhadores – CUT - para a realização da primeira Festa dos Trabalhadores de Ribeirão Preto

Prefeita Dárcy Vera durante encontro com representantes da Central Única dos Trabalhadores


Fotos: Mateus ZF





A prefeita de Ribeirão Preto, Dárcy Vera, recebeu na manhã desta sexta-feira, dia 17 de setembro, a visita de Artur Henrique, presidente nacional da Central Única de Trabalhadores – CUT- que esteve no Palácio Rio Branco acompanhado de Adi dos Santos, Presidente Estadual da CUT, de Luís Henrique de Souza, representante Regional e de Alexandre Pastova, diretor da Fetam/SP/CUT – Federação dos Trabalhadores da Administração Pública Municipal. Durante a visita, a prefeita Dárcy Vera solicitou o apoio de Artur Henrique para a realização da primeira Festa dos Trabalhadores no município de Ribeirão Preto, que será comemorada em 1º de maio de 2011.
Artur Henrique assumiu o compromisso de colaborar com a prefeita e com os trabalhadores de Ribeirão Preto na realização dessa primeira Festa e também destacou a importância e reconhecimento do município, que teve um crescimento de emprego formal de 185,78% em sete meses de 2010, em comparação com o mesmo período de 2009, abrindo 19 mil vagas só no primeiro trimestre de 2010.




Prefeita recebe Plataforma da CUT para as Eleições 2010 – livro é resultado de um ciclo de debates e reflexões, iniciado em 2005 e que traz as reivindicações dos trabalhadores


A prefeita Dárcy Vera afirmou que essa festa registrará um momento de união e confraternização da classe trabalhadora e seus representantes de sindicatos.

Emprego - Levantamento da Sert (Secretaria do Emprego e das Relações de Trabalho) diz que as maiores taxas de criação de emprego foram registradas, na indústria, agricultura, pecuária, produção florestal, pesca, atividades administrativas e construção.